Arquivo | setembro, 2008

Hallel Brasília 2008.

22 set

 “Para mim, o viver é Cristo.”

Sábado, 20/09/08 aconteceu no Pavilhão do Parque da Cidade – DF o 13º Hallel de Brasília. Todos os anos jovens católicos se reunem em grande dia de louvor, adoração e muita música. Esse ano não poderia ser diferente, o dia nublado não espantou os jovens que desejavam se divertir de uma forma diferente, onde apenas louvariam e entoariam cânticos com outros jovens.  A programação bem organizada oferecia atrações para todas as idades, desde as crianças com o Hallelzinho e pessoas da melhor idade. Muitas pregações, tendas de oração e formas de conscientização sobre a dependência química.

Com o tema “Para mim, viver é Cristo” fazendo recordar a carta de São Paulo aos Filipenses, em que o mesmo dizia que sua vida era para o Senhor e que morrer seria lucro para ele. Os jovens devem sim morrer, mas para a vida mundana que os cercam e viver a liberdade de Cristo, viver a vida de Cristo. O hallel sem dúvida foi um momento mágico para muitos jovens que estavam ali pela primeira vez, na entrada podia-se observar uma decoração meio “mágica” como se olhássemos e vissemos um arco-íris em volta do galpão.

Muitos foram atraídos pelos shows de cantores consagrados no meio católico como os cantores, Adriana, Ziza Fernandes, Ítalo Villar, Banda Ceremonya, e outros bandas regionais que agitaram o dia. Apesar da chuva forte, muitos jovens assistiram os shows na chuva. Isso mesmo! A vontade era tamanha que nem mesmo a chuva fortíssima que caiu do céu de Brasília foi capaz de afugentar os expectadores!

Na adoração a imagem do Sagrado Coração de Jesus, enchia-nos os olhos. Tão grandiosa era a escultura e com Jesus Sacramentado ao meio. Tão perfeito. Parecia algo tão real, que nossos olhos jamais haviam visto. A doação e entrega daqueles que estavam lá adorando ao Senhor, um verdadeiro céu aqui na terra.
Com certeza este Hallel foi regado por muitas alegrias e pela misericórdia de Deus.

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Realfabetização.

18 set

“Micro-ondas”, “enjoo”, “contrarregra”, “assembleia”. Grafias hoje consideradas erradas e que rendem pontos a menos nas provas de gramática serão incorporadas, oficialmente, ao português. Embora ainda não tenha sido introduzido na prática, entrou em vigor este ano o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, firmado em 1990 entre os oito países que falam o idioma. As mudanças, que visam unificar as regras da ortografia, deverão começar a valer, no Brasil, a partir do ano que vem. Hoje, a Comissão para Definição da Política de Ensino-Aprendizagem, Pesquisa e Promoção da Língua Portuguesa (Colip), da Secretaria de Educação Superior (SESU-MEC), vai se reunir para discutir a implantação do acordo.

Dói-me falar sobre este assunto. O nosso querídissimo presidente Luís Inácio Lula da Silva teve a “grandiosa” idéia de unificar a língua portuguesa com alguns outros países. De modo que facilitem aos estrangeiros o acesso a nossa cultura e integração. Pode? Sim, pode! E isso acontecerá provalvemente no início do ano que vem. É claro, que se for para melhorar e ajudar no crescimento do nosso país nós não teríamos participação alguma.

Imaginem o quanto que nós brasileiros iremos ser prejudicados com esta bendita reforma. Pensem nos custos, na realfabetização que o Brasil [rico por sinal] terá que arcar para realfabetizar todos nós, escrever certo para os brasileiros já vem sendo um suplício, imagina agora “desaprender” tudo o que aprendemos até hoje. Quantos anos de estudos jogados na lata de lixo, sem falar na confusão que isso acarretará para as editores que terão que reeditar todos os livros existentes até hoje. Imagine então aquela sua coleção belíssima de clássicos da literatura que ficarão obsoletos.

Tudo isso para facilitar a integração com estrangeiros? Imagine se os americanos mudariam qualquer palavra para facilitar nosso entendimento da língua, quer aprender inglês? Se vire, estude.
Essas mudanças incluem fim do trema e devem mudar entre 0,5% e 2% do vocabulário brasileiro.  Não será usado mais o acento agudo em algumas frases como por exemplo, nos ditongos abertos, nas palavras paroxítonas e acento circunflexo.

Para que tanta mudança, meu Deus? Pergunta meu coração. Se já está difícil ou que dizer depois da mudança? A previsão é que o povo se acostume às mudanças em dez anos. Mas, isso vai mudar em que a vida do brasileiro?

Esse vai ser um grande “probrema” para todos nós.

Paráfrase!

18 set

“A Paráfrase é um texto que procura tornar mais claro e objetivo aquilo que se disse em outro texto. Portanto, é sempre a reescritura de um texto já existente, uma espécie de ‘tradução’ dentro da própria língua.”

Reescrever a vida. Olhar a vida e lê-la, transcrever de modo que tudo se torne romance. Romancear, criei um novo verbo. Há coisas que se tornam ainda mais claras quando expressas com sentimento e desejos. O nome sugere uma reescritura de algo de uma forma que se torne mais clara e concisa, é isso que teremos aqui. Uma leitura do mundo =)

Deseja-se o mundo claro, aqui o teremos.